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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Araponguense morre em teste para Polícia Civil

Um candidato araponguense ao cargo de investigador da Polícia Civil do Paraná morreu ontem em Curitiba durante realização do teste de aptidão física para o cargo. Júlio César Luiz, 40 anos, era membro do Conselho Tutelar do município, órgão que chegou a presidir por um período. Luiz também chefiou a Agência do Trabalhador da cidade no início da década passada.

Ele passou mal por volta das 14h30 durante a prova de atletismo, que estava sendo realizada no Colégio Estadual do Paraná. Luiz chegou a receber atendimento dos socorristas do Samu, mas não resistiu e morreu no local. Ele deu duas voltas na pista, mas na terceira volta interrompeu a corrida e caiu. A principal suspeita é que o araponguense tenha sofrido um infarto fulminante.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Apucarana e um laudo deve confirmar a causa da morte. Ainda ontem, a mãe e familiares de Luiz seguiram para capital para tratar da liberação do corpo. O velório estava previsto para acontecer hoje. Até o fechamento desta edição ainda não havia previsão de horário para a cerimônia.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Homem ciumento esfaqueia rival

Um homem foi esfaqueado pelo atual companheiro de ex-mulher, na noite de terça-feira (22), em Arapongas.

A Polícia Militar foi acionada, mas não localizou a vítima ou o agressor, apenas a mulher que teria sido o pivô da situação.

Rosane de Fatima Budzila, 28 anos, relatou à PM que Valdemir Antonio dos Santos, de 35 anos, é seu ex-companheiro.

Ele estava em uma casa na Rua Tie Veludo quando o atual namorado de Rosane pulou o muro, invadiu o local e deu uma facada no abdômen do rival.

Valdemir correu do agressor e se refugiou na moradia de um familiar.

Reginaldo, o atual marido de Rosane, ainda tentou novamente invadir o local para desferir mais golpes, mas não teve êxito.

A mulher confirmou à PM que a situação foi motivada por ciúmes (crime passional).

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Estuprador encapuzado age em Arapongas

A Polícia Militar de Arapongas foi acionada por uma mulher que foi estuprada na noite de segunda-feira (21). Ela relatou que após assistir aulas, voltava para sua residência às 23 horas quando foi abordada pelo maníaco a 50 metros de sua casa.

Ele obrigou a vítima a ir para um imóvel em construção e no local consumou a conjunção carnal.

A mulher detalhou à polícia que o estuprador tem estatura média, é gordo e no momento do abuso sexual usava um capuz.

Conforme a PM, a vítima ficou refém do bandido até por volta das 5 horas desta terça-feira (22), quando conseguiu fugir e procurar um hospital.

O caso foi registrado na 30ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) - Arapongas.

MOTIVOS PRA IR DE AVIÃO


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ex-vereadores terão de devolver salários

QUE DÓ DO ONOFRE VAI FICAR POBRE O COITADO COM ESSA DEVOLUÇÃO?? VAI FAZER MUITA FALTA??? CALMA ONOFRE... ISSO NÃO FARÁ CÓCEGAS NO SEU COFRE!!!

PRA QUE ESSA DEVOLUÇÃO OCORRA É NECESSÁRIO QUE O BETO FAÇA A EXECUÇÃO DA DÍVIDA... SERÁ QUE VAI FAZER ISSO COM SEU "CUMPADI"???



Após 12 anos de disputas judiciais, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou recurso e manteve decisão da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) que anula reajuste salarial de 94,89% concedido a vereadores, prefeito e vice-prefeito de Arapongas na legislatura 1997-2000. A ação popular foi proposta em 1999 pelo ex-vereador Afonso Lourenço Garcia, que considerou “imoral” o reajuste praticado em benefício próprio na época.

Segundo o cálculo do advogado do ex-vereador, Leonel Eduardo Araújo, os envolvidos na ação, juntos, devem devolver cerca de R$ 5,7 milhões aos cofres públicos município. Segundo ele, não há mais recurso possível. A liquidação judicial dos valores ainda não ocorreu e o montante a ser devolvido é uma estimativa dos autores da ação.

O vereador Sérgio Onofre (PSD), presidente da Câmara de Arapongas e um dos citados na ação, que já era vereador na época, contesta os números apresentados e diz que muitos ex-vereadores, inclusive ele, já estão devolvendo os salários recebidos a mais.


Afonso Lourenço Garcia, de 66 anos, é barbeiro em Arapongas e foi vereador por 16 anos - de 1976 a 1992. Ele explica que decidiu entrar com a ação popular após o então prefeito da época, José Bisca, ter apresentado projeto em 15 de abril de 1997 propondo reajuste de 10% para todos os servidores públicos, incluindo os vereadores e os integrantes do Executivo, sendo que, no mesmo mês, o então presidente da Câmara, Antônio de Pádua Tadeu de Oliveira, o Lula, ter apresentado decreto reajustando mais uma vez os salários dos vereadores daquela legislatura em 84,89%. Garcia sustenta que aumentar os próprios salários, na mesma legislatura, fere o artigo oitavo da Lei Orgânica do Município, que diz que os vereadores só podem votar os salários da legislatura subsequente.

O ex-vereador conta que a ação foi indeferida em primeira instância na Justiça de Arapongas em 2004, mas a decisão foi reformada pelo TJ-PR e, na sequência, mantida após diversos recursos que chegaram, finalmente, até ao STF.

A liquidação oficial dos valores ainda não foi divulgada. No entanto, Garcia apresenta a contabilidade dos valores feita pelo seu advogado a serem devolvidos, atualizados até novembro deste ano. Segundo ele, cada um dos 15 vereadores daquela legislatura terá de devolver cerca de R$ 329 mil, o então vice-prefeito Sérgio Kümmel R$ 292 mil e ex-prefeito José Bisca R$ 784 mil, somando cerca de R$ 5,7 milhões. Segundo ele, os ex-vereadores, o ex-vice-prefeito e o ex-prefeito teriam recebido 45 meses de salários com os valores irregulares, segundo a decisão da Justiça.

Ele denuncia que a votação do reajuste não passou pelo plenário e foi feita apenas por decreto da Mesa Executiva. “Foi um reajuste imoral e ilegal”, afirma Garcia, que passou os últimos 12 anos acompanhando o processo na Justiça. “Coloquei na parede do meu salão (barbearia)a seguinte frase: ‘Para quem é omisso, não existe paz’. Desde então, espero esse dia da decisão final sobre o assunto”, afirma Garcia. Segundo ele, a justiça foi feita. “A gente só espera agora o ressarcimento aos cofres públicos. Cabe ao atual prefeito (Beto Pugliese) fazer a execução da dívida”, completa.