O corpo de um homem encontrado ferido em via pública de Arapongas e que faleceu na terça-feira (17) ainda permanece no Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina aguardando por identificação. Segundo fontes do IML, ele aparenta ter entre 36 e 40 anos. O homem estava internado desde sábado (14) no Hospital Regional João de Freitas.
O Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) localizou a vítima caída em uma rua de Arapongas e a levou até o hospital. O homem tinha um ferimento na cabeça, mas ainda não foi informado se a lesão é decorrente de agressão física ou deuma queda.
Após três dias internado, ele não resistiu. Já foram feitos testes de impressão digital, mas nada consta a respeito da identidade da vítima. Conforme informações extraoficiais, ele se chamaria Elias Prudêncio, mas não há como confirmar o dado enquanto algum familiar não reconhecer o corpo no IML de Londrina.
Quem tiver alguma informação sobre o caso pode ir ao IML, na Avenida Tiradentes, 1.383, ou ligar para 3357-0404.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Corpo de homem morto espera identificação no IML
Trio assalta casal e rouba veículo
Três homens armados com facas praticaram roubo por volta das 23h30 de terça-feira (17) em estabelecimento comercial situado na Rua das Rosas nº 29, no Jardim da Liberdade, em Arapongas. Conforme a Polícia Militar (PM), no local os bandidos renderam Marilza Fortunato Leite Emidio, de 32 anos, e Jose Petronílio, 50 anos.
Na sequência as pessoas que estavam no estabelecimento comercial foram amarradas
Em seguida os ladrões roubaram um GM Astra preto, placa APP-6104, de Arapongas. Antes de fugir com o veículo, porém, os assaltantes lotaram o carro com objetos e documentos das vítimas.
A PM detalhou que os criminosos levaram uma máquina de cartão Cielo (crédito e débito), nove aparelhos de telefone celular, secador de cabelo Taif, semi jóias de diversos tipos, jaqueta feminina de Nylon, tênis 35 Olympikus e documentos pessoais (CNH,carteira de trabalho,CRLV).
A polícia de Arapongas ainda não divulgou o nome do estabelecimento comercial assaltado.
Na sequência as pessoas que estavam no estabelecimento comercial foram amarradas
Em seguida os ladrões roubaram um GM Astra preto, placa APP-6104, de Arapongas. Antes de fugir com o veículo, porém, os assaltantes lotaram o carro com objetos e documentos das vítimas.
A PM detalhou que os criminosos levaram uma máquina de cartão Cielo (crédito e débito), nove aparelhos de telefone celular, secador de cabelo Taif, semi jóias de diversos tipos, jaqueta feminina de Nylon, tênis 35 Olympikus e documentos pessoais (CNH,carteira de trabalho,CRLV).
A polícia de Arapongas ainda não divulgou o nome do estabelecimento comercial assaltado.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Acidente provoca morte de mulher
Um choque de veiculocontra árvore no início da noite de sábado (14) provocou a morte de Marcilene Pires Ramalho, de 33 anos, na PR-444 (Rodovia Ermínio Penachi), no trecho entre a cidade de Arapongas e o Ribeirão dos Dourados.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), por volta das 19 horas, o condutor de um Honda Civic com placas de Maringá perdeu o controle do veículo e em seguida o carro se chocou contra uma árvore.
A passageira Marcilene Pires Ramalho teve morte instantânea.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), por volta das 19 horas, o condutor de um Honda Civic com placas de Maringá perdeu o controle do veículo e em seguida o carro se chocou contra uma árvore.
A passageira Marcilene Pires Ramalho teve morte instantânea.
Morto em frente de casa
Um homem de 27 anos foi assassinado na madrugada de ontem em Arapongas. Fabrício dos Santos Félix foi a primeira vítima de homicídio do ano no município.
Segundo as informações da Polícia Militar, ele foi morto com uma facada no portão de sua casa. O crime aconteceu na Rua Anhuns, na Vila Aparecida, por volta das 5h30.
Chovia no momento do crime e, segundo o que foi apurado pela PM, Félix estaria em frente à casa conversando com alguém, ainda não identificado. “Um irmão dele disse que ouviu um tiro. Mas o Samu constatou que ele levou uma facada no pescoço. Não havia perfuração por projétil”, disse o subcomandante da 7ª CIPM, de Arapongas, tenente Vilson Laurentino da Silva. “Ainda foi encontrada uma faca escondida na manga da camisa da vítima”, relatou Silva.
Segundo as informações da Polícia Militar, ele foi morto com uma facada no portão de sua casa. O crime aconteceu na Rua Anhuns, na Vila Aparecida, por volta das 5h30.
Chovia no momento do crime e, segundo o que foi apurado pela PM, Félix estaria em frente à casa conversando com alguém, ainda não identificado. “Um irmão dele disse que ouviu um tiro. Mas o Samu constatou que ele levou uma facada no pescoço. Não havia perfuração por projétil”, disse o subcomandante da 7ª CIPM, de Arapongas, tenente Vilson Laurentino da Silva. “Ainda foi encontrada uma faca escondida na manga da camisa da vítima”, relatou Silva.
Novo delegado assume a 30ª DRP
O município de Arapongas tem novo delegado chefe. Pedro Lucena, 55 anos, assumiu oficialmente a 30ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) na última segunda-feira. O delegado que estava em Umuarama e que já chefiou a Polícia Civil de Rolândia ocupou o cargo após a transferência de Valter Helmut para Londrina.
Lucena assumiu uma delegacia com 14 investigadores e uma cadeia lotada com cinco vezes a capacidade de presos. “O excesso de presos não é uma situação só de Arapongas. É do Paraná todo. Venho de uma cidade onde tive que administrar uma cadeia que era para 64 presos e tinha 362. Isto é resultado da deficiência dos governos anteriores que não construiram unidades prisionais”, disse Lucena.
Outro desafio a ser encarado, segundo ele, é o enxuto quadro de escrivães, 3 na unidade. “É muito pouco. Vamos reivindicar junto à Polícia Civil o relocamento para cá de mais policiais. Mas por enquanto vamos nos virando com a situação”, relatou o delegado.
Lucena assumiu uma delegacia com 14 investigadores e uma cadeia lotada com cinco vezes a capacidade de presos. “O excesso de presos não é uma situação só de Arapongas. É do Paraná todo. Venho de uma cidade onde tive que administrar uma cadeia que era para 64 presos e tinha 362. Isto é resultado da deficiência dos governos anteriores que não construiram unidades prisionais”, disse Lucena.
Outro desafio a ser encarado, segundo ele, é o enxuto quadro de escrivães, 3 na unidade. “É muito pouco. Vamos reivindicar junto à Polícia Civil o relocamento para cá de mais policiais. Mas por enquanto vamos nos virando com a situação”, relatou o delegado.
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