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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Corpo de homem morto espera identificação no IML

O corpo de um homem encontrado ferido em via pública de Arapongas e que faleceu na terça-feira (17) ainda permanece no Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina aguardando por identificação. Segundo fontes do IML, ele aparenta ter entre 36 e 40 anos. O homem estava internado desde sábado (14) no Hospital Regional João de Freitas.

O Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) localizou a vítima caída em uma rua de Arapongas e a levou até o hospital. O homem tinha um ferimento na cabeça, mas ainda não foi informado se a lesão é decorrente de agressão física ou deuma queda.

Após três dias internado, ele não resistiu. Já foram feitos testes de impressão digital, mas nada consta a respeito da identidade da vítima. Conforme informações extraoficiais, ele se chamaria Elias Prudêncio, mas não há como confirmar o dado enquanto algum familiar não reconhecer o corpo no IML de Londrina.

Quem tiver alguma informação sobre o caso pode ir ao IML, na Avenida Tiradentes, 1.383, ou ligar para 3357-0404.

Trio assalta casal e rouba veículo

Três homens armados com facas praticaram roubo por volta das 23h30 de terça-feira (17) em estabelecimento comercial situado na Rua das Rosas nº 29, no Jardim da Liberdade, em Arapongas. Conforme a Polícia Militar (PM), no local os bandidos renderam Marilza Fortunato Leite Emidio, de 32 anos, e Jose Petronílio, 50 anos.

Na sequência as pessoas que estavam no estabelecimento comercial foram amarradas

Em seguida os ladrões roubaram um GM Astra preto, placa APP-6104, de Arapongas. Antes de fugir com o veículo, porém, os assaltantes lotaram o carro com objetos e documentos das vítimas.

A PM detalhou que os criminosos levaram uma máquina de cartão Cielo (crédito e débito), nove aparelhos de telefone celular, secador de cabelo Taif, semi jóias de diversos tipos, jaqueta feminina de Nylon, tênis 35 Olympikus e documentos pessoais (CNH,carteira de trabalho,CRLV).

A polícia de Arapongas ainda não divulgou o nome do estabelecimento comercial assaltado.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Acidente provoca morte de mulher

Um choque de veiculocontra árvore no início da noite de sábado (14) provocou a morte de Marcilene Pires Ramalho, de 33 anos, na PR-444 (Rodovia Ermínio Penachi), no trecho entre a cidade de Arapongas e o Ribeirão dos Dourados.

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), por volta das 19 horas, o condutor de um Honda Civic com placas de Maringá perdeu o controle do veículo e em seguida o carro se chocou contra uma árvore.

A passageira Marcilene Pires Ramalho teve morte instantânea.

Morto em frente de casa

Um homem de 27 anos foi assassinado na madrugada de ontem em Arapongas. Fabrício dos Santos Félix foi a primeira vítima de homicídio do ano no município.

Segundo as informações da Polícia Militar, ele foi morto com uma facada no portão de sua casa. O crime aconteceu na Rua Anhuns, na Vila Aparecida, por volta das 5h30.

Chovia no momento do crime e, segundo o que foi apurado pela PM, Félix estaria em frente à casa conversando com alguém, ainda não identificado. “Um irmão dele disse que ouviu um tiro. Mas o Samu constatou que ele levou uma facada no pescoço. Não havia perfuração por projétil”, disse o subcomandante da 7ª CIPM, de Arapongas, tenente Vilson Laurentino da Silva. “Ainda foi encontrada uma faca escondida na manga da camisa da vítima”, relatou Silva.

Novo delegado assume a 30ª DRP

O município de Arapongas tem novo delegado chefe. Pedro Lucena, 55 anos, assumiu oficialmente a 30ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) na última segunda-feira. O delegado que estava em Umuarama e que já chefiou a Polícia Civil de Rolândia ocupou o cargo após a transferência de Valter Helmut para Londrina.

Lucena assumiu uma delegacia com 14 investigadores e uma cadeia lotada com cinco vezes a capacidade de presos. “O excesso de presos não é uma situação só de Arapongas. É do Paraná todo. Venho de uma cidade onde tive que administrar uma cadeia que era para 64 presos e tinha 362. Isto é resultado da deficiência dos governos anteriores que não construiram unidades prisionais”, disse Lucena.

Outro desafio a ser encarado, segundo ele, é o enxuto quadro de escrivães, 3 na unidade. “É muito pouco. Vamos reivindicar junto à Polícia Civil o relocamento para cá de mais policiais. Mas por enquanto vamos nos virando com a situação”, relatou o delegado.