Às 0h30 de ontem (12) foi abordado em frente ao posto da Polícia Rodoviária Estadual de Iporã, no quilômetro 357+500 metros, na PR-323, o bi-trem Volvo/NH12, placa AKR-9506, acoplado aos semi-reboques placa AMB-6676 e AMB-6674 ambos de Arapongas, conduzido por LF de LP (32), residente em Itaquiraí (MS). Em meio ao soja e rodando, a polícia flagrou 30 pneus.
Conforme a PRE, na verificação da documentação, o motorista apresentou sinais de nervosismo. Então a polícia averiguou melhor o carga pesada e viu que estava carregado de soja a granel. Ainda desconfiada, a PRE usou uma barra de ferro para perfurar a carga. Ai constatou que, em algumas partes da carroceria, o ferro não chegava ao fundo, dando a entender que existia algo escondido no meio da carga.
O motorista não teve escolha e revelou que no meio do soja encontravam-se pneus de camioneta e que a carreta também estava rodando com 20 pneus novos, ambos de origem estrangeira e sem procedência legal.
Após a confirmação do ilícito por parte do motorista, bi-trem ficou apreendido no posto policial até as 7h30, sendo então deslocado ao pátio de uma cooperativa em Iporã para o descarregamento da soja. Dez pneus Pirelli estavam escondidos na carga e vinte rodavam.
Depois de tomadas as providências na PRE, o condutor, a carreta e o os pneus foram encaminhados à Receita Federal de Guaíra.
Fale Conosco!!
arapongasurgente@gmail.com
terça-feira, 13 de março de 2012
Carreta transportava pneus contrabandeados
segunda-feira, 12 de março de 2012
Assaltantes roubam R$ 30 mil de caminhoneiro
Dois homens armados roubaram R$ 30 mil em dinheiro e cheques, por volta das 13h10 de sábado (10), do caminhoneiro Amarildo Almeida Padilha quando ele chegava na empresa Prodasa, situada na Avenida Maracanã nº 3815 (na marginal da BR-369), no Parque Industrial Norte de Arapongas.
De acordo com a Polícia Militar (PM), Amarildo estava com o seu caminhão marca Ford Cargo placas AEV 5426 quando foi abordado por dois homens – um deles portando arma de fogo – ocupando uma motocicleta de cor escura.
Os ladrões tomaram R$ 30 mil (entre dinheiro e cheques) do caminhoneiro e em seguida fugiram com a motocicleta.
A Polícia Civil de Arapongas instaurou inquérito para apurar a autoria do roubo.
De acordo com a Polícia Militar (PM), Amarildo estava com o seu caminhão marca Ford Cargo placas AEV 5426 quando foi abordado por dois homens – um deles portando arma de fogo – ocupando uma motocicleta de cor escura.
Os ladrões tomaram R$ 30 mil (entre dinheiro e cheques) do caminhoneiro e em seguida fugiram com a motocicleta.
A Polícia Civil de Arapongas instaurou inquérito para apurar a autoria do roubo.
terça-feira, 6 de março de 2012
FIQ começa nesta terça-feira
A oitava edição da FIQ – Feira Internacional da Qualidade em Máquinas, Matérias Primas e Acessórios para a Indústria Moveleira – será aberta amanhã (6), e segue até sexta, dia 9, das 13 às 20 horas, no Expoara – Centro de Eventos, em Arapongas, abrindo o calendário de eventos do setor moveleiro no ano.
De terça a domingo, a estimativa é que 20 mil pessoas, diretamente ligadas à cadeia moveleira no país, visitem a FIQ e participem de negociações que podem atingir R$ 300 milhões, segundo os organizadores.
De terça a domingo, a estimativa é que 20 mil pessoas, diretamente ligadas à cadeia moveleira no país, visitem a FIQ e participem de negociações que podem atingir R$ 300 milhões, segundo os organizadores.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Arapongas vence Iraty por 2 a 1, no Estádio dos Pássaros
O Arapongas venceu o Iraty, por 2 x 1, no Estádio dos Pássaros, e busca a ponta da tabela no segundo turno. O Pássaro do Norte também luta por uma das duas vagas na Série D do Campeonato Brasileiro. O resultado de ontem, porém, manteve o Azulão na lanterna. O primeiro gol foi feito aos 15 minutos, depois que Thiago Adam, destaque do Arapongas no jogo, sofreu penalidade. A cobrança foi feita por Edu Amparo, que mandou a bola para o fundo das redes. O segundo gol do time local foi feito por Leo Itaperuna, aos 30. Edson Paraíba, de cabeça, descontou pro Iraty, aos 39.
Excesso de motos põe Arapongas em alerta
Ágil, veloz e... perigosa. É assim que as motocicletas são vistas, sobretudo em Arapongas. A cidade experimenta um sensível aumento no uso desse tipo de veículo e, por consequência, também vê subir os números de acidentes sobre duas rodas. Só na semana passada foram duas mortes.
Arapongas possui historicamente características que a diferenciam de outras cidades. Uma delas é o alto número de bicicletas nas ruas, utilizadas principalmente por trabalhadores da indústria e do comércio para ir e vir do trabalho.
Porém, com a facilidade de crédito e com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro nos últimos anos, muitos ciclistas acabam optando pela maior rapidez e conforto das motos. A superpopulação de motocicletas nas ruas araponguenses faz com que acidentes com esses veículos se tornem cada vez mais comuns.
Rodrigo Moretto é operador de maquinário e possui moto há cinco anos. “Troquei a bicicleta pela moto por causa da maior rapidez”, diz.
Já Tiago Barbosa, que trabalha na indústria metalúrgica, trocou a bicicleta por causa do conforto. “A moto é melhor porque não precisa ficar pedalando”, conta.
Nos últimos cinco anos, o número de motos e motonetas (scooters) em Arapongas subiu 39,4%. Isso representa um adicional de mais de 5,3 mil veículos. Só ao longo de 2011 foram mais de 1 mil motocicletas novas registradas na cidade, quase três motos por dia. Atualmente, quase 20 mil motos e motonetas circulam na cidade todos os dias.
A título de comparação, Apucarana possui pouco mais de 14 mil motos e motonetas.
“Nós vemos o aumento do número de motos com muita preocupação. É uma situação grave e que exige a nossa atenção”, afirma o major Sérgio Dalbem, diretor de trânsito da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito (Sestran).
Um dado alarmante é em relação ao número de mortes no trânsito araponguense. Dos 16 óbitos ocorridos no ano passado, 13 foram de motociclistas, de acordo com a Sestran. Em 2011, houve 775 acidentes envolvendo motos no município.
De acordo com Sérgio Dalbem, um dos problemas está na formação dos condutores. “Os pilotos aprendem na autoescola a se equilibrar, mas não a reagir em situações de trânsito. Na avaliação do Detran, eles não vão para as ruas como é feito com carros, mas fazem um circuito de equilíbrio em um pátio. Alguns mal sabem frear direito, por causa de um vício trazido das bicicletas”, assinala.
Arapongas possui historicamente características que a diferenciam de outras cidades. Uma delas é o alto número de bicicletas nas ruas, utilizadas principalmente por trabalhadores da indústria e do comércio para ir e vir do trabalho.
Porém, com a facilidade de crédito e com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro nos últimos anos, muitos ciclistas acabam optando pela maior rapidez e conforto das motos. A superpopulação de motocicletas nas ruas araponguenses faz com que acidentes com esses veículos se tornem cada vez mais comuns.
Rodrigo Moretto é operador de maquinário e possui moto há cinco anos. “Troquei a bicicleta pela moto por causa da maior rapidez”, diz.
Já Tiago Barbosa, que trabalha na indústria metalúrgica, trocou a bicicleta por causa do conforto. “A moto é melhor porque não precisa ficar pedalando”, conta.
Nos últimos cinco anos, o número de motos e motonetas (scooters) em Arapongas subiu 39,4%. Isso representa um adicional de mais de 5,3 mil veículos. Só ao longo de 2011 foram mais de 1 mil motocicletas novas registradas na cidade, quase três motos por dia. Atualmente, quase 20 mil motos e motonetas circulam na cidade todos os dias.
A título de comparação, Apucarana possui pouco mais de 14 mil motos e motonetas.
“Nós vemos o aumento do número de motos com muita preocupação. É uma situação grave e que exige a nossa atenção”, afirma o major Sérgio Dalbem, diretor de trânsito da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito (Sestran).
Um dado alarmante é em relação ao número de mortes no trânsito araponguense. Dos 16 óbitos ocorridos no ano passado, 13 foram de motociclistas, de acordo com a Sestran. Em 2011, houve 775 acidentes envolvendo motos no município.
De acordo com Sérgio Dalbem, um dos problemas está na formação dos condutores. “Os pilotos aprendem na autoescola a se equilibrar, mas não a reagir em situações de trânsito. Na avaliação do Detran, eles não vão para as ruas como é feito com carros, mas fazem um circuito de equilíbrio em um pátio. Alguns mal sabem frear direito, por causa de um vício trazido das bicicletas”, assinala.
Assinar:
Postagens (Atom)

