O Governo do Estado já começou a mobilizar empresas, para trazer a multinacional taiwanesa Foxconn ao Paraná. A 'gigante' em fabricação de telas sensíveis ao toque anunciou que pretende fazer a instalação de duas fábricas no país em 2012. Uma delas pode ser implantada na região de Londrina. O investimento total gira em torno dos US$ 8 bilhões.
No entanto, segundo o secretário estadual da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, questões políticas podem barrar a instalação da multinacional em solo paranaense. No entendimento de Barros, a parceria entre Foxconn e Paraná só será firmada depois do aval de ministérios importantes do Governo da presidente Dilma Rousseff.
"Temos o ministro da Tecnologia, Aloysio Mercadante, que é paulista e o Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, que é de Minas Gerais. São os dois ministros que coordenam as negociações com a Foxconn e que podem, muito bem, ajudar os seus estados no firmamento de parcerias com a multinacional", argumentou.
Apesar do jogo político, o secretário acredita que o Paraná tem boas chances de receber o investimento da empresa taiwanesa. "Representantes da Foxconn já visitaram o estado e gostaram do que viram. Tudo depende, agora, dos parceiros paranaenses, que vão precisar investir pelo menos US$ 2 bilhões na negociação", explicou.
Ricardo Barros garantiu que duas empresas já demonstraram interesse em participar da parceria. "Temos garantias da Positivo do Paraná e da Semp Toshiba, sem contar a Copel, que deve ser parceira do empreendimento com o fornecimento de energia."
Outro 'parceiro' importante do estado nas negociações com a Foxconn é o Banco Nacional do Desenvolvimento. "Sem o BNDES, a parceria não sai", declarou o secretário.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Jogo político pode barrar instalação da Foxconn no Paraná
Arapongas sai na frente na regulamentação da atividade de mototaxistas
Representantes da diretoria de Trânsito da Secretaria Municipal de Segurança de Arapongas, majores Arnaldo e Dalbem, participaram na última quarta-feira, 9, de uma reunião com o Ministério do Trabalho de Londrina, que está convocando municípios da região para discutirem a regulamentação da atividade de moto taxi, moto-frete e motoboy.
Conforme o major Arnaldo, o MT está cobrando a regularização deste tipo de atividade em todos os municípios do Norte do Paraná e mais uma vez Arapongas sai na frente, pois já conta com Lei Municipal neste sentido desde o ano de 2010, que complementa a Lei Federal 12.009. ”Arapongas já cumpriu todas as etapas para a regulamentação do serviço de mototáxi e similares, através da criação de Lei municipal, cadastramento e fiscalização dos profissionais e a exigência do uso dos equipamentos de segurança e do condumoto provisório”, informou o major.
Finalizando, ele destaca que até mesmo em relação ao curso de especialização instituído pela Resolução nº 350 do CONTRAN, Arapongas está adiantada, pois a partir de 1º de dezembro a Secretaria de Segurança Pública e Trânsito começará a fiscalizar seu cumprimento. Em nível Federal , o prazo vai até o dia 4 de agosto de 2012.
O prefeito Beto Pugliese comentou o fato de Arapongas estar na frente deste processo de regulamentação da atividade de moto taxi na região, justificando que o serviço é uma atividade profissional reconhecida, respeitada e crescente na maioria das cidades brasileiras. “A ação do Ministério do Trabalho é justa e importante, pois a atividade tem se mostrado uma alternativa ao desemprego e uma forma de locomoção para população de baixa renda, e em Arapongas, ela já está regulamentada e serve de parâmetro para outros municípios”, destacou.
sábado, 12 de novembro de 2011
Beto participa de Fórum de Segurança em Foz
O prefeito Beto Pugliese está em Foz do Iguaçu participando do Primeiro Fórum Paranaense de Segurança Municipal, que tem como tema central o papel dos municípios na prevenção e combate ao crime. O evento acontece entre os dias 9 e 11 e tem como público alvo gestores municipais dos Poderes Legislativo e Executivo, operadores de segurança pública e membros de Conselhos Comunitários de Segurança.
O prefeito está acompanhado do secretário de Segurança Pública e Trânsito, major Arduin e de representantes da Guarda Municipal de Arapongas, que graças aos investimentos em aparelhamento e treinamento, se transformou em exemplo na estruturação de outras Unidades similares na região Norte do Paraná.
Além do prefeito de Arapongas, que também responde pela presidência do Cismel, Consórcio de Segurança Pública e Cidadania, que engloba 10 municípios da região Norte do Estado, estiveram presentes na abertura Elcio Fukoslin, representante da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Fernando Vicentini, da Policia Federal e o promotor do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, Rudi Rigo Burkle.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Como acordar um urso panda...
Oposição vai recorrer à Justiça contra reajustes no Detran
CADÊ O RESTO DO PMDB, E O AZEDÃO VELHO DE GUERRA NA BANCADA DE OPOSIÇÃO??? PRA VARIAR O PMDB APOIA QUEM COMANDA A ORQUESTRA...
Os deputados da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) que não compõem a base de apoio ao governador Beto Richa anunciaram nesta quinta-feira (10) que vão recorrer à Justiça para impedir que o reajuste nas taxas do Departamento de Trânsito (Detran) seja aplicado. O aumento foi aprovado pela Alep na terça-feira (8).
Segundo o líder da bancada de oposição, deputado Enio Verri (PT), a lei é inconstitucional porque taxas são para custear serviços e não para criar superávit. Verri também questiona a justificativa do governo estadual de que o dinheiro será revertido para o Fundo Especial de Segurança Pública do Paraná (Funesp).
“Assembleia deu um cheque em branco porque em momento algum está escrito que o dinheiro vai para a segurança pública. Precisa de decreto do governador”, explicou o deputado ao G1/PR.
Uma reunião marcada para quarta-feira (16), entre os parlamentares de oposição, deve definir como será encaminhado o processo jurídico. Há possibilidade da bancada se unir ao senador Roberto Requião para impetrar uma ação única. Requião confirmou também nesta quinta-feira que vai propor uma ação civil pública contra os reajustes do Detran.
Sobre a argumentação de que as taxas não sofriam alteração desde 1994, Verri rebateu afirmando que ainda sem reajuste, no governo de Roberto Requião, havia superávit de R$ 150 milhões por ano. O dinheiro era encaminhado para o Departamento de Estrada e Rodagem (DER), que - de acordo com o deputado que foi secretário de Planejamento de Requião -, investia na manutenção das estradas estaduais que não são privatizadas.
O superávit permanece, na avaliação do deputado petista, porque o número de carros nas cidades vem crescendo.
Além da bancada do PT, o único parlamentar que se posiciona como oposição ao governo Beto Richa é o deputado Antônio Anibeli Neto (PMDB). “Nós vamos apoiar”, declarou o peemedebista. Segundo ele, existem outros meios para se investir em segurança que não oneram o bolso do contribuinte como financiamentos e recursos repassados pelo governo federal.
“Nós não concordamos com esta maneira de governar. O governo este ano já aumentou a taxa de água e luz”, complementou Anibeli Neto.
Deputados que compõem a bancada de oposição
Elton Welter (PT)
Enio Verri (PT)
Luciana Rafagnin (PT)
Péricles Holleben de Mello (PT)
Professor Lemos (PT)
Tadeu Veneri (PT)
Toninho Wandscheer (PT)
Antônio Anibelli Neto (PMDB)
Os deputados da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) que não compõem a base de apoio ao governador Beto Richa anunciaram nesta quinta-feira (10) que vão recorrer à Justiça para impedir que o reajuste nas taxas do Departamento de Trânsito (Detran) seja aplicado. O aumento foi aprovado pela Alep na terça-feira (8).
Segundo o líder da bancada de oposição, deputado Enio Verri (PT), a lei é inconstitucional porque taxas são para custear serviços e não para criar superávit. Verri também questiona a justificativa do governo estadual de que o dinheiro será revertido para o Fundo Especial de Segurança Pública do Paraná (Funesp).
“Assembleia deu um cheque em branco porque em momento algum está escrito que o dinheiro vai para a segurança pública. Precisa de decreto do governador”, explicou o deputado ao G1/PR.
Uma reunião marcada para quarta-feira (16), entre os parlamentares de oposição, deve definir como será encaminhado o processo jurídico. Há possibilidade da bancada se unir ao senador Roberto Requião para impetrar uma ação única. Requião confirmou também nesta quinta-feira que vai propor uma ação civil pública contra os reajustes do Detran.
Sobre a argumentação de que as taxas não sofriam alteração desde 1994, Verri rebateu afirmando que ainda sem reajuste, no governo de Roberto Requião, havia superávit de R$ 150 milhões por ano. O dinheiro era encaminhado para o Departamento de Estrada e Rodagem (DER), que - de acordo com o deputado que foi secretário de Planejamento de Requião -, investia na manutenção das estradas estaduais que não são privatizadas.
O superávit permanece, na avaliação do deputado petista, porque o número de carros nas cidades vem crescendo.
Além da bancada do PT, o único parlamentar que se posiciona como oposição ao governo Beto Richa é o deputado Antônio Anibeli Neto (PMDB). “Nós vamos apoiar”, declarou o peemedebista. Segundo ele, existem outros meios para se investir em segurança que não oneram o bolso do contribuinte como financiamentos e recursos repassados pelo governo federal.
“Nós não concordamos com esta maneira de governar. O governo este ano já aumentou a taxa de água e luz”, complementou Anibeli Neto.
Deputados que compõem a bancada de oposição
Elton Welter (PT)
Enio Verri (PT)
Luciana Rafagnin (PT)
Péricles Holleben de Mello (PT)
Professor Lemos (PT)
Tadeu Veneri (PT)
Toninho Wandscheer (PT)
Antônio Anibelli Neto (PMDB)
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